quinta-feira, 26 de março de 2009

Nokia Comes With Music chegará à América Latina até o fim de 2009

Ter, 20/01/09 por Rafael Barifouse | categoria música 3.0, é notícia! | tags ,

comeswithmusic.jpgO Nokia Comes With Music, serviço de downloads de música da maior fabricante de celulares do mundo, chega à América Latina em 2009 segundo a empresa anunciou no Midem Net, evento anual de música digital realizado em Cannes, na França.

Atualmente disponível só no Reino Unido, o serviço vem em alguns modelos de telefones. Permite baixar um número ilimitado de faixas das quatro grandes gravadoras para um telefone e um computador. Os arquivos podem ser mantidos por um ano depois que o contrato expirar. A assinatura é gratuita na hora de baixar, mas seu preço vem embutido no aparelho.

Os próximos países a terem o serviço disponível serão a Austrália e Cingapura, até março. A Nokia ainda precisa acertar detalhes dos acordos com gravadoras, mas adiantou que o processo está adiantado para fazer o mesmo no resto da Europa. “Em 2009 também teremos Estados Unidos e América Latina”, disse Tero Ojanpera, diretor de entretenimento e comunidades da fabricante.

HTC Magic, o segundo celular com Android, é revelado

Ter, 17/02/09 por Rafael Barifouse | categoria engenhocas, na telinha, é notícia! | tags , , , ,

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O segundo celular com o sistema operacional Android foi exibido hoje ao público do Congresso Mundial de Mobilidade, realizado em Barcelona, na Espanha. Batizado de Magic, o aparelho é fabricado pela taiwanesa HTC. Será vendido pela operadora Vodafone no Reino Unidos, na Alemanha, na Espanha, na França e na Itália (onde o contrato com a HTC não é exclusivo).

Nokia lança o N97, seu (novo) matador de iPhone


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A Nokia lançou hoje (2/12) o smartphone N97, o seu novo carro-chefe da linha de celulares inteligentes. O aparelho junta a tela sensível ao toque do iPhone e o teclado QWERTY completo incorporado do G1, celular da HTC que usa Android, o sistema operacional do Google. A fabricante finlandesa espera que o modelo sacuda a poeira da sua linha de aparelhos multimídia N series, antigamente conhecida por sua tecnologia de ponta, mas criticada no mercado por ter apresentado poucas inovações. “Demos a largada para a próxima geração”, disse Jonas Geust, vice-presidente da divisão de aparelhos da Nokia.

Geust acrescentou que esses dois recursos “emprestados” pela concorrência serão características essenciais daqui pra frente. “O que poderia haver sem telas de toque, hoje em dia? Os teclados qwerty também são importantes”, disse ele. O N97 tem tela de 3,5 polegadas com resolução de 640 x 360 pixel e resposta tátil ao toque dos dedos (o que simula o apertar de uma tecla). Vem ainda com Wi-Fi, Bluetooth, GPS, entrada para fones comuns, 32 GB de memória com possibilidade de expansão para 48GB por meio de um cartão adicional, bateria com duração de um dia e meio ou 4,5 horas de vídeo, câmera de 5 megapixel com lentes Carl Zeiss e captação de vídeo com qualidade de DVD.

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O seu preço será parecido com os dos modelos N95 e N96 na época de seu lançamento (cerca de 550 euros antes de impostos e subsídios das operadoras). Até então, o N95 era o principal aparelho da empresa. Lançado em 2006 nas lojas desde o início do ano passado, o aparelho chegou a marca de 10 milhões de unidades vendidas. O N97 está previsto para chegar ao mercado em junho.

A Nokia foi uma das últimas dentre as grande fabricantes a lançar um modelo com tela sensível ao toque, um febre inaugurada com o primeiro modelo do iPhone. Fez isso só no mês passado. O N97 é a mais nova tentativa de conter o avanço da Apple no mercado de smartphones. Com o iPhone 3G, a empresa de Steve Jobs chegou à vice-liderança do setor, que é um dos que têm maior crescimento previsto para os próximos anos. Mas a empresa ainda domina o mercado. Assista abaixo dois vídeos do N97:

Cloud computing chega ao mundo dos games

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Consoles estão em vias de ser coisa do passado. Assim como os fliperamas perderam espaço para games caseiros e PCs para jogos, uma nova geração pretende fazer até mesmo máquinas de última geração como Wii, Xbox 360 e PlayStation 3 parecerem um Atari.

O novo nome do jogo é cloud computing. A computação nas nuvens está em ascensão nos computadores com serviços de armazenamento de dados e de processamento feitos em servidores à distância via internet. O maior exemplo disso nos video-games é o OnLive, anunciado ontem na Game Developers Conference.

Com o OnLive, você não precisar mais comprar CDs de jogos nem consoles ou computadores poderosos - e caros. Esse serviço de video-game sob demanda requer apenas uma conexão banda larga e um microconsole de baixo custo (abaixo) ou um PC barato.

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“Nós entregamos um serviço, não algo em um disco ou em um hardware”, disse Steve Pearlman, o empreendedor por trás da novidade. “O hardware não é mais o fator preponderante na experiência de games.” Isso representa uma grande quebra de paradigma em uma indústria de US$ 46 bilhões dominada por três grandes empresas de hardware por trás dos principais consoles hoje à venda. Quebra um ciclo de anos de forçar consumidores a comprarem consoles mais poderosos a cada três anos para que eles possam ter a melhor experiência que video-games podem oferecer.

No OnLive, os comandos feitos com os controles são enviados pela internet para servidores. A empresa usa algorítimos patenteados para comprimir dados e transmití-los rapidamemte. Depois de processados, esses dados são comprimidos novamente e reenviados para o usuário na forma de um vídeo por streaming de 60 quadros por segundo. Usando uma TV comum, requer uma conexão de 1,5 megabits por segundo. Para modelos de alta definição, 5 mbps. Todo o processo leva 80 milisegundos.

O serviço acaba com a necessidade de instalações de jogos, no caso de PCs, e permite testar, alugar e comprar jogos instantaneamente no conforto de casa. Também abre a possibilidade de observar partidas de até um milhão de jogadores segundo a empresa (há até como gravar trechos de 15 segundos de lances espetaculares para baixar ou compartilhar pela internet) e de criar partidas entre jogadores que usam máquinas diferentes, mas o mesmo jogo.

O OnLive tem uma boa probabilidade de emplacar porque já conta com o apoio de empresas importantes do mercado como EA, THQ, Ubisoft, Warner Bros., Take-Two, Epica Games, 2D Boy, Codemasters e Atari, que veem nesse modelo uma forma de reduzir a pirataria já que ele dispensa discos físicos ou arquivos de computador.

A idéia é cobrar mensalidades dos usuários, que participarão de uma comunidade com capacidade multiplayer via internet como a Xbox Live, da Microsoft. Em desenvolvimento há sete anos, o OnLive já tem 16 jogos para exibir.

A busca por esse modelo não é nova. O Zeebo, da Tectoy, é um console de baixo custo para países emergentes que não usa jogos armazenados, mas transmitidos por rede celular 3G. Chega nos próximos meses por aqui por R$ 600. A Infinium Labs tentou com o Phantom há alguns anos e falhou. A Trion World Network está na corrida para fazer o mesmo, mas com jogos próprios. David Perry, chefe de criação da editora de jogos Acclaim, revelou hoje que tem um projeto paralelo nessa linha.

A Sony aplica a idéia ao PS3 para usar seu processamento quando não em uso pelo usuário para projetos científicos, mas não tem a tecnologia de compressão do OnLive, que desponta como o projeto mais promissor e capaz de transformar uma indústria em inteira de forma tão simples quanto o apertar de um botão de “continue”.

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YouTube chega aos video-games Wii e PlayStation 3


Smartphones respondem por um terço dos acessos à internet móvel

Ter, 24/03/09 por Rafael Barifouse | categoria engenhocas, www, é notícia! | tags

smartphones_front.jpgOs smartphones estão em ascendência explícita. Segundo estimativas da AdMob, que fornece anúncios online para 6 mil sites e 1 mil aplicativos em todo o mundo, 33% dos acessos à internet móvel já são feitos por meio dos celulares inteligentes. Há seis meses, esse índice era de 26%. Desses aparelhos, o iPhone é o mais usado (33%) no mundo e nos Estados Unidos (50%).Não se trata de uma pesquisa precisa, já que os usuários de smartphones podem estar visualizando mais anúncios simplesmente porque esses aparelhos oferecem uma melhor navegação, mas é um dos únicos indicativos existentes no mercado diante da falta de números divulgados por operadoras.



quarta-feira, 4 de março de 2009

Por que a internet pode morrer

A banda larga e a conectividade móvel da web fazem com que acreditemos que a internet está disponível para nós 24 horas por dia. Mas isso nem sempre acontece e fato é que o futuro da Internet pode ser incerto.

De acordo com um artigo publicado no TechRadar, os fornecedores de conteúdos multimídia dos dias atuais lutam com a tecnologia que foi inventada na década de 1960; tecnologia que agora apresenta rachaduras quando colocada sob pressão.

Um exemplo de rachadura da Web é o spam, ou lixo eletrônico, que ameaça enterrar-nos sob um monte de anúncios de Viagra, regimes miraculosos e sites pornográficos. Estima-se que a publicidade não solicitada responda atualmente por cerca de 80 a 90 por cento de todo o tráfego de e-mails - um número estimado de 100 mil milhões de mensagens a cada dia.

O instituto norte-americano Ferris Research, que estuda as conseqüências das fraudes online, estimou que em 2007 seus gastos atingiram o valor de US$ 100 bilhões em todo o mundo. Este custo inclui, entre outras coisas, o tempo que os empregados levam para apagar o lixo eletrônico. E bem mais perturbador que isso, o gasto engloba o tempo dedicado a encontrar e-mails legítimos em meio a tantas pastas de tranqueiras virtuais.

Um exemplo significativo de como os spams podem atrapalhar a vida das empresas e dos usuários aconteceu em outubro de 2008, quando a Virgin Media, um dos maiores provedores dos EUA, sofreu um ataque de spam que cortou o acesso ao e-mail de cerca de metade dos seus 200.000 clientes por quatro dias.

Apocalipse?

Pesquisadores têm apontado ao longo da última década que o apocalipse de spam acontecerá daqui dois anos e que a solução definitiva para o problema não é virtual. É legal.

O TechRadar explica que, apesar de listas negras de programas como o SpamGuard do Yahoo e o SmartScreen da Microsoft ajudarem no combate ao spam a nível pessoal, as legislações norte-americana e européia tem feito da comercialização de e-mails não solicitados um crime, dando aos tribunais o poder de parar os infratores virtuais, acertando-os onde realmente dói: na carteira.

Há algum tempo, a empresa de segurança Symantec relatou que dos 1,1 milhão de malwares, vírus e trojans em circulação, 64 por cento eram novos em 2007. Isto sugere que os produtores de malware estão criando novas variáveis de códigos maliciosos mais rápido do que os softwares de segurança podem detectá-los. E, se a produção de malware continuar neste ritmo, com ameaças dobrando ano a ano, em breve a utilização da Internet se tornará impossível.


Consequências

O artigo aponta que os efeitos de um código malicioso podem variar amplamente, mas um ponto é comum: a invasão virtual é uma ameaça constante e perene, sendo o tipo mais usual de ataque chamado de Denial of Service (DoS).

Também denominados Ataques de Negação de Serviços, os DoS consistem em tentativas de impedir usuários legítimos de utilizarem um determinado serviço do PC. Para isso, são usadas técnicas que podem sobrecarregar uma rede a tal ponto em que os verdadeiros usuários dela não consigam usá-la, derrubar uma conexão entre dois ou mais computadores, fazer tantas requisições a um site até que este não consiga mais ser acessado, ou negar acesso a um sistema ou a determinados usuários.

Mas afinal, qual seria a saída para a crescente proliferação de vírus e programas maliciosos? O artigo defende o controle do problema por meio de uma atitude coordenada e eficaz. Ou isso, ou podemos nos preparar para um eminente colapso na rede.

Palm Pre ainda não tem data de lançamento

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O Palm Pre é um dos smartphones mais esperados do ano. Anunciado em janeiro na Consumer Electronics Show, realizada em Las Vegas, Estados Unidos, o aparelho - em especial o seu sistema operacional webOS - foi muito elogiado por especialistas e apontado como um forte concorrente ao iPhone. Mesmo diante de tanta excitação, ainda não há uma previsão de lançamento. Segundo Dan Hesse, CEO da Sprint, operadora que detém a exclusividade sobre a comercialização do celular da Palm, não há pressa em lançá-lo por parte de nenhuma das duas empresas. A idéia é ter aparelhos o bastante em estoque para atender a demanda, que deve ser alta depois da boa repecurssão em janeiro. A previsão inicial é de que isso aconteça na primeira metade de 2009.

Robot Guitar da Gibson.

IlustradaAntes de falarmos sobre os incríveis recursos desse instrumento, vamos dar uma olhada em seus aspectos gerais. À primeira vista, a Robot parece uma Les Paul convencional – apesar de seu acabamento em dégradé azul/prata e da escala de ébano. Abaixo da pintura, há um corpo de mogno com câmaras que contribui para o peso bastante conveniente de 3,8 kg. A guitarra do teste chegou com uma regulagem incrível, equipada com cordas .010 e ação médio-baixa que nos leva a tocar alto e forte. Os trastes são suaves e muito confortáveis.

Plugada, ela apresenta o som de uma Les Paul, ou seja, fantástico. Não há nenhuma surpresa até aqui: a guitarra possui sonoridade grandiosa e clara em qualquer amplificador. Timbres limpos são cheios e ricos e os distorcidos possuem o ataque e o punch que se espera de uma Les Paul. Gostei especialmente da maneira como os captadores se balanceiam, com o da ponte sendo um pouco mais atraente para solos.

Uma inspeção mais precisa mostra que essa guitarra não se trata da Les Paul de seu avô. A principal indicação são as tarraxas de liga de metal.

ESPECIFICAÇÕES
• Nut de 1 11/16”
• Braço de mogno com shape das Gibson dos anos 50
• Escala de 24¾”
• 22 trastes jumbo médio
• Corpo (com câmaras) de mogno; top de maple
• Captadores: Gibson 498T Alnico V (ponte) e 490R Alnico II (braço)
• Dois controles de volume, dois botões de tonalidade (potenciômetro push/pull no controle de tonalidade do pickup da ponte aciona o sistema Tronical de afinação); seletor de pickups de três posições
• Ponte do tipo Tune-o-matic com saddles piezo individuais que transmitem a informação de afinação
• Tarraxas Powerhead de liga de metal com acabamento acetinado; motores acoplados.
• Encordoamento de fábrica: Gibson .010-.048
• Peso: 3,8 kg

Prós
Grande inovação. Valorização da pegada roqueira da Les Paul.

Contras
A afinação pode ser inconsistente.

Contato
Royal Music

Tel.: (11) 5535-2003
www.royalmusic.com.br

Novidades da Apple: O Poderoso Mac Pro com Processador 8-Core!

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O Mac Pro também ganhou nova versão, agora equipado com até dois processadores Nehalem Xeon Quad-Core da Intel de até 2.93 GHz e até 32GB de RAM! Você pode escolher entre até 4 placas gráficas NVIDIA GeForce GT 120 com 512MB ou então uma ATI Radeon HD 4870 tambem com 512MB. E com uma porta Mini Display e uma DVI dual-link em cada placa, você pode conectar vários monitores no seu novo Mac Pro.

Em termos de conectividade, o Mac Pro tem duas portas Ethernet, Bluetooth 2.1 + EDR e uma placa opcional AirPort Extreme Wi-Fi 802.11n.

Saiba mais sobre o MacPro na Apple.

Clique abaixo para ver outras imagens do Mac Pro.

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segunda-feira, 2 de março de 2009

Shuttle D’VO D1000 com LCD Touchscreen de 7″

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A Shuttle apresenta a nova versão do seu computador desktop D’VO D1000 com uma tela LCD touchscreen de 7” com uma resolução de 800×480 pixels. Esta tela é perfeita para você navegar pelas suas músicas, séries de TV e filmes, sem precisar se preocupar com mouse e teclado.

Você também pode comprar um controle remoto opcional para controlar tudo do sofá. O D’VO D1000 também pode ser usado com um monitor externo, assim você assiste ao filme na tela grande, enquanto pode ir escolhendo o quer assistir depois na tela integrada.

O Shuttle D’VO D1000 tem um processador Intel Quad Core, até 4GB de RAM, HD de até 750GB, sistema de som surround com 5.1 canais e conectividade Wi-Fi. Ele usa uma placa gráfica onboard, assim se você quiser um PC para jogos, é melhor escolher outro computador.

Preços a partir de US$ 1.000 lá fora. Saiba mais na Shuttle.

Leia também aqui no DD:
Shuttle D’VO, Porque Tamanho Não é Documento!
Shuttle Lança PC com Blu-ray e HD-DVD
Computador Shuttle XPC para Gamers!

Via Hardware Sphere e Chip Chick.

Clique abaixo para ver outras imagens.

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